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domingo, outubro 31, 2010

rendas em atraso



Fernando Nobre, presidente da AMI - e não da Cruz Vermelha como noutro dia aqui escrevi por engano - foi hoje tema de notícia nos telejornais.

O candidato à Presidência da República deve um balúrdio de rendas ao senhorio da sua sede de candidatura.

Dever rendas como eu devo, da minha habitação, que fica num pobre bairro social, porque, comprovadamente, não tenho nem dinheiros nem rendimentos é uma coisa, agora o candidato Fernando Nobre não pagar as suas dívidas isso já é um vexame imperdoável e não se nos afigura nada «nobre».

O senhorio diz que tem «ene» mensagens no seu telemóvel a prometer «amanhã já resolvemos isso», mas que esse amanhã nunca mais chega.

Começa cedo o candidato a prometer e a faltar ao prometido, o que até é bom, porque dá-nos a garantia de que está no bom caminho para ser mais um político igual a todos os outros!...

sexta-feira, outubro 22, 2010

deprimente (II)




Fernando Nobre, o candidato à Presidência da República, não teve ainda o bom-senso de perceber que o cargo de presidente da Cruz Vermelha lhe garante a simpatia dos reformados e dos mais idosos mas não é nem será nunca uma base credível para «namorar» o mais alto cargo da nação.

Acresce o facto de ter permitido que se instalasse nos portugueses a ideia de um frete à esquerda, independentemente do PCP e do BE, posteriormente,  terem definido as suas opções.

Enquanto presidente da Cruz Vermelha, Nobre sabe que é extremamente fácil ir à televisão e falar de uma organização que recolhe apoio e simpatia gerais: onde há guerra, mortes e feridos, fome, doenças e etc,  aí temos o cenário ideal para a razão de ser da Cruz Vermelha e do seu rosto mais visível; ainda, que alegria, para mais uns segundos da tão desejada exposição mediática.

Felizmente que isso não garante votos nas urnas, quando não teríamos de gramar gajos como aqueles que estão naquela palhaçada da «Casa dos Segredos» ou, mais grave, ainda veríamos a Júlia Pinheiro ou o Herman José a tentar substituir o insubstituível Cavaco Silva.


Em tempo:
Já agora, em melhor situação que Fernando Nobre, estaria o Provedor da Santa Casa da Misericórdia, pois este sempre poderia prometer aos velhinhos uma «raspadinha» por cada voto...!