Terça-feira, Junho 30, 2009
Quinta-feira, Junho 04, 2009
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Sexta-feira, Maio 29, 2009
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Quarta-feira, Abril 29, 2009
ja nas ruas
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Sexta-feira, Abril 17, 2009
made in viseu
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Quinta-feira, Abril 16, 2009
dúvidas
Acho que vou mudar a página toda...
Não sei porquê, mas não me está a 'cheirar'...
A matéria sobre o provável encerramento de uma das Repartições de Finanças de Viseu não merecerá mais destaque do que a elevação de São Pedro do Sul a cidade?
- questiono-me na minha inocência.
E o dr. José Carlos Almeida, candidato à cadeira do presidente da Câmara de São Pedro do Sul, não deve ser mais relevado? Deve levar 'boneco' ou não? Será melhor adicionar uma foto do dr. José Junqueiro, já que foi ele o elemento decisor desta escolha? E uma foto da drª Fátima Pinho, dado que foi 'ultrapassada pela esquerda'? ponho ou não ponho?
Tenho mesmo de dormir sobre estes assuntos...
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luis caetano

novo colaborador do MadeinViseu:
LUIS FILIPE CAETANO
(Doutorando em Gestão-Cidadão)
Um cheirinho do artigo a sair em 28 de Abril:
A participação cívica na nossa velha democracia passa por ir VOTAR. Como sabemos, na nossa democracia a escolha não passa pelo sorteio (se bem que por mim podia passar), mas se não houver participação cívica nos partidos (que são os monopolistas da política), nem nas eleições, penso que nunca poderemos responsabilizar os governantes (nem mesmo quando apenas são eleitos por eles mesmos).
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Layout em desenvolvimento...
1) Não gosto muito do efeito na fotografia do presidente da Câmara de São Pedro do Sul, A. Carlos Figueiredo
2) Não sei se o assunto das eleições no Instituto Superior Politécnico de Viseu merece o destaque da 'cabeça'
3) Falta uma foto do candidato do PS em São Pedro do Sul
4) Vamos lá a ver se o Dia da Mulher de Moçambique tem assunto para a primeira
... tudo questões para debater na reunião de Sábado, em Lisboa, com a nossa estimada directora convidada, a embaixatriz drª Glória Mkaima
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Sexta-feira, Abril 03, 2009
Sexta-feira, Março 06, 2009
Segunda-feira, Março 02, 2009
made in viseu
A menina
que não queria
que não queria
ser ursa
Era uma vez, em tempos que já lá vão, uma linda menina, de olhos cor-do-mar, muito vivos e brilhantes, e cabelos que resplandeciam nos seus cachos dourados que se prolongavam pelas costas e lhe davam um ar de anjinho caído dos Céus.
Um dia, a menina dos cachos dourados, corria atrás de uma borboleta de asas rendilhadas e multicolores e perdeu-se na floresta. Caminhou, caminhou, caminhou, perdeu-se, perdeu-se, perdeu-se e, já noite adentro, acabou por ir bater à porta de uma cabana de aspecto miserando e que lhe pareceu abandonada. A porta estava aberta e a menina dos cachos dourados atreveu-se a entrar pois tremia de frio e já estava quase morta de cansaço. No interior havia uma mesa com leite e bolachas e uma cama. Então a menina dos cachos dourados comeu as bolachas, bebeu o leite e deitou-se na cama a dormir. Dormiu tão profundamente, a menina dos cachos dourados, que nem se apercebeu da chegada de um enorme e horrível urso, pois aquela era a cabana onde ele habitava.
O urso da floresta, mal entrou na cabana, dirigiu-se imediatamente à mesa onde tinha deixado as suas bolachas e o seu leite, mas nada encontrou. Ficou piurso, o que quer dizer, ficou pior que um urso. E logo a seguir, quando se preparava para dormir, deu conta de que a sua cama tinha sido ocupada pela menina dos cachos dourados.
Muito zangado com aquele atrevimento, o urso ergueu-se nas patas traseiras e com urros assustadores acordou a menina dos cachos dourados e grunhiu-lhe: comeste as minhas bolachas, bebeste o meu leite e ocupaste a minha cama, portanto, eu agora vou-te comer. E, se bem o disse, melhor o fez: num gesto rápido e feroz arrancou da cama a menina dos cachos dourados, atirou-a sem cerimónias de encontro à banca da cozinha e comeu-a. Boca enorme, arreganhada e mal-cheirosa, escorrendo baba por entre os dentes amarelados, o urso da floresta comeu a menina dos cachos dourados sem dó nem piedade. Comeu-a uma vez, duas vezes, três vezes, até cair para o lado com um esgar de inequívoca satisfação.
“Yes! Yes! Yes! Fuck me seu urso bruto e mauzão! Oh yes! Oh my God! Fuck my ass com esse teu big dick de urso estúpido e selvagem!” – gritava a menina dos cachos dourados, assim mais ou menos em inglês, que era para o urso não desconfiar que ela estava a adorar. Isso não podia acontecer, pelo menos assim logo no primeiro encontro.
Fumaram um cigarro e não disseram mais nada um ao outro durante o resto da noite. Depois adormeceram saciados e tranquilos na mesma cama, a menina dos cachos dourados e o urso da floresta.
No dia seguinte e nos dias que se seguiram, a menina dos cachos dourados continuou a comer as bolachas do urso, a beber-lhe o leite e a dormir na sua cama. O urso, por sua vez, fazia o que estava nas suas competências: comia-a e voltava a comê-la.
Passaram meses e corria bem a vida de um e outro lá na cabana da floresta, até que um dia, numa tarde solarenga e convidativa, a menina dos cachos dourados resolveu-se a sair para um passeio. Cumprimentou os passarinhos que chilreavam de árvore em árvore, distribuiu beijinhos pelos malmequeres que dançavam à beira do caminho e correu atrás dos raios de sol que se esforçavam por atravessar a folhagem espessa de árvores anciãs. Mais adiante, no ribeiro que serpenteava pachorrento por entre pedras musgosas, a menina dos cachos dourados debruçou-se feliz por sobre as águas puras e cristalinas. Porém, quando admirava fascinada os brilhos prateados das pequeníssimas ondulações do ribeiro, muito se assustou e não conteve um grito de surpresa e dor: é que o seu reflexo não era o seu reflexo! quer dizer, a imagem da menina dos cachos dourados tinha desaparecido e em seu lugar estava a imagem de uma ursa vulgar de floresta, igual a todas as outras ursas vulgares de floresta que nós conhecemos.
Visivelmente perturbada e muito assustada, foi para casa muito triste e fartou-se de chorar a perda dos seus cabelos cor-do-sol cujos cachos dourados pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus.
Quando o urso da floresta chegou a casa e a viu debulhada em lágrimas fingiu-se muito surpreendido, mas a verdade é que tinha sido ele próprio a lançar à menina dos cachos dourados aquele tão terrível encantamento, porque ele era um urso bruxo, daqueles ursos assim tão bruxos, tão bruxos, que até quando passava na rua as pessoas exclamavam surpresas ‘fogo, pá, até parece que és bruxo’.
Bem vistas as coisas, o urso era um urso pardo mas não era parvo. E uma ursa lá na cabana dava-lhe muito jeito.
(tipo aquela canção do Marco Paulo: uma ursa na cama….)
O resto da noite foi uma imagem tristíssima e dolorosa, com a menina dos cachos dourados, agora ursa, a chorar lágrimas de ursa, e o urso a tentar convencê-la de que estava tudo bem, que assim é que era bom, e que, afinal, tinham-se acabado as diferenças entre os dois, eram duas almas gémeas e não havia razões para tanta choradeira.
Aos poucos a ex-menina dos cachos dourados foi-se habituando a conviver com a ursa em que se tinha transformado, deixou de ir ao cabeleireiro e à manicura e nunca mais comprou nem vestidos nem sapatos. Agora passava os dias a lamber a pelagem negra e espessa, a rebolar-se prazenteiramente aos domingos na lama à beira do rio e a pescar com as suas garras os salmões que depois grelhava com molho de limão, petisco que fazia as delícias do urso da floresta.
De tempos a tempos, quando havia visitas lá em casa, a ex-menina dos cachos dourados pegava no seu álbum de fotografias e contava a todos como ela era antes de se ter transformado em ursa. Aqui… aqui era quando eu tinha 5 aninhos… olha, esta foi da comunhão… olha aqui foi quando entrei para o liceu…esta foi do meu baile dos finalistas… etc… mas, para grande tristeza dela, todos se riam e faziam pouco, porque ninguém acreditava que aquela ursa tivesse sido algum dia uma menina de cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus. Podia lá ser? Ná! ná! ná! Todos viam bem que ela era uma ursa da floresta igual a todas as outras ursas da floresta que conhecemos e ponto final.
Isto doía muito à ex-menina dos cachos dourados. O facto de não acreditarem nela era o que mais lhe custava e era por isso que chorava muito, à noite, antes de adormecer.
Um dia encheu-se de coragem e tomou uma decisão. Tinha ouvido falar numa velhinha eremita que vivia numa gruta distante e que tinha fama de ser entendida nas coisas do oculto. Resolveu que tinha de saber o que se passava com ela e o porquê da sua transformação. Lá chegada e posto ao que ía ouviu a verdade terrível da boca da velhinha entendida: o urso da floresta com quem vivia era um bruxo muito malvado, e tinha-lhe lançado um encantamento desde o primeiro dia. Esse encantamento ficava mais forte à medida que a menina dos cachos dourados limpasse e varresse a cabana, cozinhasse, engomasse as camisas e cosesse os buracos das meias – que eram mais que muitos, porque, como se sabe, os ursos rompem muito as meias no sítio dos dedos grandes das patas, vá-se lá saber porquê.
- “E não se pode desfazer esse encantamento? Não se pode fazer nada para que eu volte a ser a menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados me pendiam por sobre as costas e me faziam parecer um anjinho caído dos Céus?”, questionou a ex-menina dos cachos dourados na sua inocência.
- “Poder, pode!”, retorquiu-lhe a velhinha com um sorriso enigmático no rosto enrugado, carcomido e enegrecido. “Eu duvido é que tu, agora que te transformaste em ursa, sejas capaz de enfrentar tão grande desafio. Porque é mesmo de um grande desafio que eu estou a falar. O encantamento que te foi lançado é muito poderoso e só poderá ser anulado se tiveres muita força e muita coragem. Primeiro tens de fugir: tens de fugir já da cabana do urso da floresta e fugir para muito e muito longe, porque ele é muito mau e irá correr atrás de ti com falinhas mansas. Não podes deixar que isso aconteça, porque se isso acontecer é a tua perdição e ficarás ursa para toda a vida”.
- “E basta fugir dele? Basta fugir e volto a ser a menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados me pendiam por sobre as costas e me faziam parecer um anjinho caído dos Céus?”, balbuciou em desespero a ex-menina dos cachos dourados, desconfiada do que lhe parecia ser uma tarefa demasiado fácil.
- “Ná, ná ná”, sentenciou a velhinha com voz grave. “Fugir é apenas o primeiro passo. Depois vem a fase do renascimento, que consiste em abrires as pernas a todos os ursos que encontrares pelos caminhos. E aviso-te desde já: não sejas parca nas vontades nem ursa nas morais. Sê generosa de corpo e alma, mais do primeiro que da segunda. Faz dos teus buracos património da humanidade, pois quantos mais ursos te desinquietarem as cuecas mais rápida e acertadamente te livrarás do feitiço que te foi lançado.”
E com estas palavras a velhinha disse o que tinha a dizer e mais lhe não foi exigido.
A ex-menina dos cachos dourados, perdida por entre incontidas emoções, mas decidida ao que tinha decidido, deu corda aos calcantes e bazou para o mais longe possível da cabana onde habitava o urso da floresta. Caminhou dia e noite, sem destino nem descanso, até que foi dar a uma parte da floresta que nem conhecia nem lhe sabia o nome. De qualquer modo, pareceu-lhe um destino tão bom como qualquer outro e alugou um quarto na primeira residencial para ursas que encontrou.
No dia seguinte, bem cedinho, levantou-se cheia de coragem e disposta a enfrentar o desafio a que tinha metido ombros para se libertar o mais rapidamente possível do feitiço que o urso da floresta lhe tinha lançado. Na sua cabeça ecoavam ainda as palavras sentenciosas da velhinha da gruta: “não podes ser parca nas vontades nem ursa nas morais”. Portanto, fosse como fosse, a verdade é que estava decidida a terminar de vez com a sua condição de ursa, igual a todas as outras ursas vulgares de todas as vulgares florestas.
Estava a meio das suas congeminações, quando dois enormes e corpulentos ursos da polícia municipal, acabada de instituir naquela parte da floresta, se aproximaram num Nissan Patrol, Ray-Ben’s comprados nos ‘lellos’, dentuça à mostra e grunhidos de poucos amigos. Assustada, mas disposta a enfrentar fosse o que fosse, a ex-menina dos cachos dourados fingiu que não era nada com ela e pôs-se a lamber o pelo de forma insidiosa e displicente. Rugido para lá e rugido para cá, réu-béu-béu, pardais ao ninho, eis senão quando os ursos, ao princípio tão ameaçadores, quase se transformaram em ursinhos de peluche, soltando sons de acasalamento e roçando as partes pudibundas na casca das árvores mais próximas, e distribuindo jactos poderosos de urina em todas as direcções, numa marcação de território própria dos machos com cio.
Dois já estavam e de uma só penada! Afinal, pensou para os seus botões, a coisa não é assim tão difícil como se poderia pensar. E a seguir vieram mais dois, e ora dá cá um e depois mais um e a seguir dá outro, e a coisa compôs-se porque as notícias espalham-se e uma ursa de pernas abertas não é coisa que se deite fora. À noite, numa inteligente prospecção de mercado aos bares e às discotecas daquela parte longínqua da floresta, a ex-menina dos cachos dourados encontrou mais ursos, uns daqueles que fazem segurança às portas e outros dos que se encontram a vender copos atrás dos balcões.
Pouco tempo depois, e sem grande esforço, a ex-menina dos cachos dourados percebeu a facilidade da sua demanda: ao mesmo tempo que lutava contra o feitiço que o urso da floresta lhe tinha lançado, tinha também, e sem esforço adicional, infracções perdoadas, acessos facilitados nos bares e discotecas e copos até cair de cú. E valha a verdade, ela acabava sempre por adorar mais aquela parte do cair de cú.
Em pouco tempo, realmente em muito pouco tempo, cumpriram-se as profecias da velhinha da gruta e a ex-menina dos cachos dourados transformou-se finalmente na menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados lhe pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus.
O feitiço tinha desaparecido, como que por milagre, com a preciosa ajuda dos ursos já referidos e também com o contributo de outros que entretanto se aproximavam pelo cheiro, ursos de idades mais avançadas, feios, decrépitos, gordos até ao nojo, mas não menos importantes, nem negligenciáveis, porque são daqueles ursos que carregam os telemóveis, enchem os depósitos de combustível e oferecem lingerie daquela cara que não oferecem às ursas que têm lá em casa.
A menina dos cachos dourados viveu muitos anos e foi muito feliz. Nunca casou, nunca teve filhos, e apesar de ter voltado à sua figura de sempre, quer dizer, de menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados lhe pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus, apesar disso, dizíamos nós, nunca mais deixou de abrir as pernas a todos os ursos que lhe aparecem pela frente.
Era uma vez, em tempos que já lá vão, uma linda menina, de olhos cor-do-mar, muito vivos e brilhantes, e cabelos que resplandeciam nos seus cachos dourados que se prolongavam pelas costas e lhe davam um ar de anjinho caído dos Céus.
Um dia, a menina dos cachos dourados, corria atrás de uma borboleta de asas rendilhadas e multicolores e perdeu-se na floresta. Caminhou, caminhou, caminhou, perdeu-se, perdeu-se, perdeu-se e, já noite adentro, acabou por ir bater à porta de uma cabana de aspecto miserando e que lhe pareceu abandonada. A porta estava aberta e a menina dos cachos dourados atreveu-se a entrar pois tremia de frio e já estava quase morta de cansaço. No interior havia uma mesa com leite e bolachas e uma cama. Então a menina dos cachos dourados comeu as bolachas, bebeu o leite e deitou-se na cama a dormir. Dormiu tão profundamente, a menina dos cachos dourados, que nem se apercebeu da chegada de um enorme e horrível urso, pois aquela era a cabana onde ele habitava.
O urso da floresta, mal entrou na cabana, dirigiu-se imediatamente à mesa onde tinha deixado as suas bolachas e o seu leite, mas nada encontrou. Ficou piurso, o que quer dizer, ficou pior que um urso. E logo a seguir, quando se preparava para dormir, deu conta de que a sua cama tinha sido ocupada pela menina dos cachos dourados.
Muito zangado com aquele atrevimento, o urso ergueu-se nas patas traseiras e com urros assustadores acordou a menina dos cachos dourados e grunhiu-lhe: comeste as minhas bolachas, bebeste o meu leite e ocupaste a minha cama, portanto, eu agora vou-te comer. E, se bem o disse, melhor o fez: num gesto rápido e feroz arrancou da cama a menina dos cachos dourados, atirou-a sem cerimónias de encontro à banca da cozinha e comeu-a. Boca enorme, arreganhada e mal-cheirosa, escorrendo baba por entre os dentes amarelados, o urso da floresta comeu a menina dos cachos dourados sem dó nem piedade. Comeu-a uma vez, duas vezes, três vezes, até cair para o lado com um esgar de inequívoca satisfação.
“Yes! Yes! Yes! Fuck me seu urso bruto e mauzão! Oh yes! Oh my God! Fuck my ass com esse teu big dick de urso estúpido e selvagem!” – gritava a menina dos cachos dourados, assim mais ou menos em inglês, que era para o urso não desconfiar que ela estava a adorar. Isso não podia acontecer, pelo menos assim logo no primeiro encontro.
Fumaram um cigarro e não disseram mais nada um ao outro durante o resto da noite. Depois adormeceram saciados e tranquilos na mesma cama, a menina dos cachos dourados e o urso da floresta.
No dia seguinte e nos dias que se seguiram, a menina dos cachos dourados continuou a comer as bolachas do urso, a beber-lhe o leite e a dormir na sua cama. O urso, por sua vez, fazia o que estava nas suas competências: comia-a e voltava a comê-la.
Passaram meses e corria bem a vida de um e outro lá na cabana da floresta, até que um dia, numa tarde solarenga e convidativa, a menina dos cachos dourados resolveu-se a sair para um passeio. Cumprimentou os passarinhos que chilreavam de árvore em árvore, distribuiu beijinhos pelos malmequeres que dançavam à beira do caminho e correu atrás dos raios de sol que se esforçavam por atravessar a folhagem espessa de árvores anciãs. Mais adiante, no ribeiro que serpenteava pachorrento por entre pedras musgosas, a menina dos cachos dourados debruçou-se feliz por sobre as águas puras e cristalinas. Porém, quando admirava fascinada os brilhos prateados das pequeníssimas ondulações do ribeiro, muito se assustou e não conteve um grito de surpresa e dor: é que o seu reflexo não era o seu reflexo! quer dizer, a imagem da menina dos cachos dourados tinha desaparecido e em seu lugar estava a imagem de uma ursa vulgar de floresta, igual a todas as outras ursas vulgares de floresta que nós conhecemos.
Visivelmente perturbada e muito assustada, foi para casa muito triste e fartou-se de chorar a perda dos seus cabelos cor-do-sol cujos cachos dourados pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus.
Quando o urso da floresta chegou a casa e a viu debulhada em lágrimas fingiu-se muito surpreendido, mas a verdade é que tinha sido ele próprio a lançar à menina dos cachos dourados aquele tão terrível encantamento, porque ele era um urso bruxo, daqueles ursos assim tão bruxos, tão bruxos, que até quando passava na rua as pessoas exclamavam surpresas ‘fogo, pá, até parece que és bruxo’.
Bem vistas as coisas, o urso era um urso pardo mas não era parvo. E uma ursa lá na cabana dava-lhe muito jeito.
(tipo aquela canção do Marco Paulo: uma ursa na cama….)
O resto da noite foi uma imagem tristíssima e dolorosa, com a menina dos cachos dourados, agora ursa, a chorar lágrimas de ursa, e o urso a tentar convencê-la de que estava tudo bem, que assim é que era bom, e que, afinal, tinham-se acabado as diferenças entre os dois, eram duas almas gémeas e não havia razões para tanta choradeira.
Aos poucos a ex-menina dos cachos dourados foi-se habituando a conviver com a ursa em que se tinha transformado, deixou de ir ao cabeleireiro e à manicura e nunca mais comprou nem vestidos nem sapatos. Agora passava os dias a lamber a pelagem negra e espessa, a rebolar-se prazenteiramente aos domingos na lama à beira do rio e a pescar com as suas garras os salmões que depois grelhava com molho de limão, petisco que fazia as delícias do urso da floresta.
De tempos a tempos, quando havia visitas lá em casa, a ex-menina dos cachos dourados pegava no seu álbum de fotografias e contava a todos como ela era antes de se ter transformado em ursa. Aqui… aqui era quando eu tinha 5 aninhos… olha, esta foi da comunhão… olha aqui foi quando entrei para o liceu…esta foi do meu baile dos finalistas… etc… mas, para grande tristeza dela, todos se riam e faziam pouco, porque ninguém acreditava que aquela ursa tivesse sido algum dia uma menina de cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus. Podia lá ser? Ná! ná! ná! Todos viam bem que ela era uma ursa da floresta igual a todas as outras ursas da floresta que conhecemos e ponto final.
Isto doía muito à ex-menina dos cachos dourados. O facto de não acreditarem nela era o que mais lhe custava e era por isso que chorava muito, à noite, antes de adormecer.
Um dia encheu-se de coragem e tomou uma decisão. Tinha ouvido falar numa velhinha eremita que vivia numa gruta distante e que tinha fama de ser entendida nas coisas do oculto. Resolveu que tinha de saber o que se passava com ela e o porquê da sua transformação. Lá chegada e posto ao que ía ouviu a verdade terrível da boca da velhinha entendida: o urso da floresta com quem vivia era um bruxo muito malvado, e tinha-lhe lançado um encantamento desde o primeiro dia. Esse encantamento ficava mais forte à medida que a menina dos cachos dourados limpasse e varresse a cabana, cozinhasse, engomasse as camisas e cosesse os buracos das meias – que eram mais que muitos, porque, como se sabe, os ursos rompem muito as meias no sítio dos dedos grandes das patas, vá-se lá saber porquê.
- “E não se pode desfazer esse encantamento? Não se pode fazer nada para que eu volte a ser a menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados me pendiam por sobre as costas e me faziam parecer um anjinho caído dos Céus?”, questionou a ex-menina dos cachos dourados na sua inocência.
- “Poder, pode!”, retorquiu-lhe a velhinha com um sorriso enigmático no rosto enrugado, carcomido e enegrecido. “Eu duvido é que tu, agora que te transformaste em ursa, sejas capaz de enfrentar tão grande desafio. Porque é mesmo de um grande desafio que eu estou a falar. O encantamento que te foi lançado é muito poderoso e só poderá ser anulado se tiveres muita força e muita coragem. Primeiro tens de fugir: tens de fugir já da cabana do urso da floresta e fugir para muito e muito longe, porque ele é muito mau e irá correr atrás de ti com falinhas mansas. Não podes deixar que isso aconteça, porque se isso acontecer é a tua perdição e ficarás ursa para toda a vida”.
- “E basta fugir dele? Basta fugir e volto a ser a menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados me pendiam por sobre as costas e me faziam parecer um anjinho caído dos Céus?”, balbuciou em desespero a ex-menina dos cachos dourados, desconfiada do que lhe parecia ser uma tarefa demasiado fácil.
- “Ná, ná ná”, sentenciou a velhinha com voz grave. “Fugir é apenas o primeiro passo. Depois vem a fase do renascimento, que consiste em abrires as pernas a todos os ursos que encontrares pelos caminhos. E aviso-te desde já: não sejas parca nas vontades nem ursa nas morais. Sê generosa de corpo e alma, mais do primeiro que da segunda. Faz dos teus buracos património da humanidade, pois quantos mais ursos te desinquietarem as cuecas mais rápida e acertadamente te livrarás do feitiço que te foi lançado.”
E com estas palavras a velhinha disse o que tinha a dizer e mais lhe não foi exigido.
A ex-menina dos cachos dourados, perdida por entre incontidas emoções, mas decidida ao que tinha decidido, deu corda aos calcantes e bazou para o mais longe possível da cabana onde habitava o urso da floresta. Caminhou dia e noite, sem destino nem descanso, até que foi dar a uma parte da floresta que nem conhecia nem lhe sabia o nome. De qualquer modo, pareceu-lhe um destino tão bom como qualquer outro e alugou um quarto na primeira residencial para ursas que encontrou.
No dia seguinte, bem cedinho, levantou-se cheia de coragem e disposta a enfrentar o desafio a que tinha metido ombros para se libertar o mais rapidamente possível do feitiço que o urso da floresta lhe tinha lançado. Na sua cabeça ecoavam ainda as palavras sentenciosas da velhinha da gruta: “não podes ser parca nas vontades nem ursa nas morais”. Portanto, fosse como fosse, a verdade é que estava decidida a terminar de vez com a sua condição de ursa, igual a todas as outras ursas vulgares de todas as vulgares florestas.
Estava a meio das suas congeminações, quando dois enormes e corpulentos ursos da polícia municipal, acabada de instituir naquela parte da floresta, se aproximaram num Nissan Patrol, Ray-Ben’s comprados nos ‘lellos’, dentuça à mostra e grunhidos de poucos amigos. Assustada, mas disposta a enfrentar fosse o que fosse, a ex-menina dos cachos dourados fingiu que não era nada com ela e pôs-se a lamber o pelo de forma insidiosa e displicente. Rugido para lá e rugido para cá, réu-béu-béu, pardais ao ninho, eis senão quando os ursos, ao princípio tão ameaçadores, quase se transformaram em ursinhos de peluche, soltando sons de acasalamento e roçando as partes pudibundas na casca das árvores mais próximas, e distribuindo jactos poderosos de urina em todas as direcções, numa marcação de território própria dos machos com cio.
Dois já estavam e de uma só penada! Afinal, pensou para os seus botões, a coisa não é assim tão difícil como se poderia pensar. E a seguir vieram mais dois, e ora dá cá um e depois mais um e a seguir dá outro, e a coisa compôs-se porque as notícias espalham-se e uma ursa de pernas abertas não é coisa que se deite fora. À noite, numa inteligente prospecção de mercado aos bares e às discotecas daquela parte longínqua da floresta, a ex-menina dos cachos dourados encontrou mais ursos, uns daqueles que fazem segurança às portas e outros dos que se encontram a vender copos atrás dos balcões.
Pouco tempo depois, e sem grande esforço, a ex-menina dos cachos dourados percebeu a facilidade da sua demanda: ao mesmo tempo que lutava contra o feitiço que o urso da floresta lhe tinha lançado, tinha também, e sem esforço adicional, infracções perdoadas, acessos facilitados nos bares e discotecas e copos até cair de cú. E valha a verdade, ela acabava sempre por adorar mais aquela parte do cair de cú.
Em pouco tempo, realmente em muito pouco tempo, cumpriram-se as profecias da velhinha da gruta e a ex-menina dos cachos dourados transformou-se finalmente na menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados lhe pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus.
O feitiço tinha desaparecido, como que por milagre, com a preciosa ajuda dos ursos já referidos e também com o contributo de outros que entretanto se aproximavam pelo cheiro, ursos de idades mais avançadas, feios, decrépitos, gordos até ao nojo, mas não menos importantes, nem negligenciáveis, porque são daqueles ursos que carregam os telemóveis, enchem os depósitos de combustível e oferecem lingerie daquela cara que não oferecem às ursas que têm lá em casa.
A menina dos cachos dourados viveu muitos anos e foi muito feliz. Nunca casou, nunca teve filhos, e apesar de ter voltado à sua figura de sempre, quer dizer, de menina dos cabelos cor-do-sol, cujos cachos dourados lhe pendiam por sobre as costas e a faziam parecer um anjinho caído dos Céus, apesar disso, dizíamos nós, nunca mais deixou de abrir as pernas a todos os ursos que lhe aparecem pela frente.
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Domingo, Janeiro 04, 2009
linda ministra
Mara Carfagna é a ministra para a igualdade de oportunidades de Itália, escolhida pelo sr. Berlusconi. Quem quiser pode procurar por ela no GOOGLE...
Temos pena que neste país de parolos um corpo bonito seja ainda uma coisa a esconder e que a hipocrisia siga imperando.
Temos pena que neste país de parolos um corpo bonito seja ainda uma coisa a esconder e que a hipocrisia siga imperando.
Temos muita vergonha de certas coisas, em público, que não no privado, mas depois somos uns descarados perante aqueles senhores que aparecem nos jornais quando se descobre que passaram a vida a roubar nos cargos para que foram eleitos ou nomeados.
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adágios

1) Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a cantar, se vires Sócrates, põe-te a chorar.
2) Quem vai ao mar avia-se em terra; quem vota Sócrates, mais cedo se enterra.
3) Sócrates a rir em Janeiro, é sinal de pouco dinheiro.
4) Quem anda à chuva molha-se; quem vota em Sócrates lixa-se.
5) Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão; parvo que vota em Sócrates, tem cem anos de aflição.
6) Gaivotas em terra temporal no mar; Sócrates em Belém, o povinho a penar
7) Há mar e mar, há ir e voltar; vota Sócrates quem se quer afogar.
8) Março, marçagão, manhã de Inverno tarde de Verão; Sócrates, Soarão, manhã de Inverno tarde de inferno.
9) Burro carregando livros é um doutor; burro carregando o Sócrates é burro mesmo.
10) Peixe não puxa carroça; voto em Sócrates, asneira grossa.
11) Amigo disfarçado, inimigo dobrado; Sócrates empossado, povinho atropelado.
12) A ocasião faz o ladrão, e de Sócrates um aldrabão.
13) Antes só que mal acompanhado, ou com Sócrates ao lado.
14) A fome é o melhor cozinheiro, Sócrates o melhor coveiro.
15) Olhos que não vêm, coração que não sente, mas aturar o Sócrates, não se faz à gente.
16) Boda molhada, boda abençoada; Sócrates eleito, pesadelo perfeito.
17) Casa roubada, trancas na porta; Sócrates eleito, ervas na horta.
18) Com Sócrates e bolos se enganam os tolos.
19) Não há regra sem excepção, nem Sócrates sem confusão.
Sexta-feira, Dezembro 26, 2008
desculpem mas tenho de ir...
Apresento as minhas mais sinceras desculpas aos visitantes deste meu blog de há muitos anos, mas está-me a parecer que a brincadeira acabou...
Fui convidado para a Direcção de um Jornal - 'Made in Viseu' - e não consigo encontrar o tempo suficiente para ter o tempo de brincar convosco.
Podendo, sempre por aqui passarei. Não podendo, espero receber de todos, pelo menos, a compreensão que as minhas razões mereçam.
Para os que quiserem dar uma vista d'olhos, procurem no Google pelo título do jornal e ficaram a saber mais e melhor.
Agradecido a todos os meus visitantes, mesmo aos que só por aqui passavam na esperança de me infernizarem a mona, coisa que, lamentavelmente para eles, nunca aconteceu...! hi hi hi

Fui convidado para a Direcção de um Jornal - 'Made in Viseu' - e não consigo encontrar o tempo suficiente para ter o tempo de brincar convosco.
Podendo, sempre por aqui passarei. Não podendo, espero receber de todos, pelo menos, a compreensão que as minhas razões mereçam.
Para os que quiserem dar uma vista d'olhos, procurem no Google pelo título do jornal e ficaram a saber mais e melhor.
Agradecido a todos os meus visitantes, mesmo aos que só por aqui passavam na esperança de me infernizarem a mona, coisa que, lamentavelmente para eles, nunca aconteceu...! hi hi hi

Domingo, Novembro 30, 2008
no fontelo
Tem chovido estupidamente em todo o país. Viseu não é excepção e temos pena. Faz tanto frio que até dói e ontem e hoje até parece que nevou... Digo 'até parece', porque, naturalmente, tenho ficado até tarde na cama e na cama ainda não cai neve.
Na passada semana, com um Sol pírrico a piscar-me o olho, aventurei-me a fazer umas provas fotográficas à minha amiga Tucha, que é de Braga, e fui ali até à Mata de Fontelo, que é lindíssima, tanto de Verão como de Inverno, mas a chuva não permitiu grandes aventuras.
Mesmo assim...

Na passada semana, com um Sol pírrico a piscar-me o olho, aventurei-me a fazer umas provas fotográficas à minha amiga Tucha, que é de Braga, e fui ali até à Mata de Fontelo, que é lindíssima, tanto de Verão como de Inverno, mas a chuva não permitiu grandes aventuras.
Mesmo assim...

Quarta-feira, Novembro 05, 2008
freira

Uma Freira ía a caminho do seu Convento quando uma gaja loira lhe oferece boleia.
A Freira entra no carro e começa a reparar no luxuoso interior:
- Mas que belo carro a Senhora tem!... Deve ter trabalhado muito arduamente para o conseguir comprar.
- Olhe Irmã, para falar verdade, por acaso não foi bem assim. Foi um industrial ali de São João da Madeira com quem dormi uma noite que mo ofereceu.
Entretanto, a Freira olha para o banco de trás onde estava pousado um casaco de vison e exclama:
- Oh! O seu casaco de peles é lindo! Deve ter custado uma fortuna!...
- Não! por acaso nem me custou muito... olhe, não diga nada, mas isso foram só 20 mt na cama com o ronaldinho...
Após ouvir isto, a Freira manteve-se calada durante o resto da viagem. Ao chegar ao Convento foi para os seus aposentos tomar um revigorante banho.
Estava a Freira na banheira quando ouve alguém a bater à porta do seu quarto.
- Quem é?
- É o Padre António, irmã...
- Olhe Padre, sabe que mais? vá mas é p'ró car** a mais os seus rebuçadinhos de mentol, porque daqui não leva mais nada!...
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os meus leitores são melhores do que eu,
padre
Sábado, Novembro 01, 2008
ser feliz

Algumas razões de serem os homens mais felizes do que as mulheres...
- O último nome nunca muda.
- A garagem é toda deles.
- Os planos para o casamento aparecem feitos.
- Nunca ficam grávidos.
- Os mecânicos falam com eles de maneira normal e não como se fossem atrasados mentais.
- Nunca têm que ir à procura de outra casa de banho porque a primeira tá um nojo.
- Mesmo emprego, melhor salário.
- Vestido de noiva, pra cima dum balúrdio; blaiser 150 EUR.
- As rugas e o cabelo grisalho dão-lhes estilo.
- As conversas telefónicas só duram 30 segundos.
- Para umas férias de 5 dias só precisam de uma mala.
- Conseguem abrir todos os frascos sem ajuda.
- Agir sem pensar é bem visto.
- A roupa interior é muito mais barata.
- Nunca têm problemas com as alças do soutien.
- O mesmo estilo de penteado fica na moda durante décadas.
- Apenas se têm que preocupar com os pelos da cara.
- Não se martirizam por terem pneus
- Só precisam de um par de sapatos.
- Não faz mal se tiverem bigode.
- Conseguem fazer as compras de Natal para 25 parentes no dia 24 , em 25 minutos.
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os meus leitores são melhores do que eu
excelentes técnicas

Novas técnicas para dar prazer a uma mulher!
Em geral os conselhos relacionados ao assunto raramente rendem o sucesso esperado. Mas não é o caso destas cinco técnicas infalíveis.
Quer deixar sua parceira "louquinha" de prazer?
Então comece já a pôr estes conselhos em prática.
(Atenção: Estes segredos foram-me revelados por uma mulher)
Técnica nº1:
Mãos Molhadas
Sim, a técnica das mãos molhadas.
Certamente a mais popular entre as mulheres.
Tão simples. Tão excitante. Você vai deixá-la sem fôlego...
Faça sua parceira sentar-se numa cadeira confortável na cozinha. Certifique-se que ela consegue ver muito bem tudo que você faz.
Encha o lava-louça da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. (Existem muitos aromas que podem ser utilizados - maçã, limão, lavanda - escolha o que quiser. Se estiver em dúvida, experimente o 'neutro').
Segurando uma esponja macia , meta as suas mãos na água e sinta a sua pele a ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada...
Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue num prato sujo do jantar, coloque-o dentro do lava-louça e esfregue a esponja em toda a superfície do prato. Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo. Enxague o prato com água limpa e coloque-o para secar. Repita a operação com toda a louça do jantar até que a sua parceira esteja gemendo de prazer.
Técnica nº2:
Vibrando pela Sala
Esta técnica utiliza o que para muitas mulheres é considerado um "brinquedinho". É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer.
Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado. Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo.
Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correcta.
Vagarosamente vá movendo-se para a frente e para trás, para a frente e para trás... por toda a carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área.
Vá mudando gradualmente de lugar. Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.
Técnica n°3 :
A Camisa Molhada
Este joguinho é bem fácil, embora você precise de uma mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar correctamente a agitação e a vibração do processo, a sua parceira falará da sua perfomance a todas as amigas dela.
Você precisará de duas pilhas de roupas sujas. Uma com as roupas brancas e outra com as coloridas.
Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exactamente a quantidade recomendada pelo fabricante).
Agora, sensualmente, coloque as roupas brancas na máquina... uma de cada vez... devagar. Feche a tampa e ligue o 'ciclo completo'.
Enquanto você vê a sua companheira babar de desejo por você, essa é uma óptima oportunidade para pôr em prática a Técnica nº2.
Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas...
Atenção:
Se neste ponto ela começar a gritar algo como: - "Sim! Sim! Aí! Isso! Aííí mesmo! Oh meu Deus! Não pára! Não pára, não!"... Não pare. Continue até que ela esteja exausta de prazer.
Técnica nº4:
O que sobe, desce
Esta é uma técnica muito rapidinha. Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir.
Quando for ao WC, levante a tampa da sanita. Ao terminar, abaixe novamente.
Faça isso de todas as vezes. Garanto que ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer!... Simples e eficaz esta técnica, hein?
Técnica nº5:
Gratificação Total
Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar a sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis na saúde da mulher.
Esta técnica leva algum tempo para aperfeiçoar. Empenhe-se com afinco. Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite. Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa.
Aprenda a fazer uma refeição completa. Seja bom nisso.
Quando ela chegar a casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático numa banheira de água morna que você já preparou).
Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar a casa.
Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, proceda com a Técnica nº1 e seguintes...
Preste atenção nela pois o estado de satisfação será extremamente alto, podendo até causar coma repentino.
Mas uma coisa garanto: a sua relação lá em casa vai subir às estrelas!...
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faça como eu... divirta-se
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