sexta-feira, abril 13, 2007

engenheiro


Depois de Mariano Gago fechar a Universidade Independente, Sócrates veio falar à Nação sobre as tropelias em torno do seu currícula.

Com disse o DN online, o primeiro-ministro usou a faculdade como bode expiatório.

Mas, o que eu gostava de saber é se as questões abaixo postas são ou não são factos incontornáveis.


1. Em 1996 a "Independente" não licenciava engenheiros

2. Em 1996 não tinha conselho científico

3. O mesmo professor fez-lhe quatro cadeiras

4. O reitor fez-lhe o exame de inglês técnico

5. A filha do reitor assinou o canudo a um domingo

6. Os colegas não o viram nunca nas aulas. Só nos exames. Entrava, ficava a um canto e saía antes do fim.

7. O professor que lhe deu quatro cadeiras acabou no Governo, era amigo de Vara (que também se doutorou por lá num esquema semelhante) e acabou expulso do Governo depois de ter nomeado uma empregada brasileira do "restaurante Bacalhau" para alta responsável), é ver na última edição do "Expresso".

8. Sócrates usava papel timbrado do Governo para comunicar com o reitor.



Mas as embrulhadas não acabam.

Para quem defende o rigor, a qualidade do Ensino, a excelência, a competência na Função Pública, para quem quer um País moderno, culto e capaz, não me parece grande curricula, nem atitude recomendável.

Estes moralistas acabam sempre por revelar a sua verdadeira face. Mesmo que o curricula seja verdadeiro, e eu nem duvido, o que me parece evidente é que foi tudo saído na "Farinha Amparo", sem esforço, sem rigor, sem qualidade.

Afinal, meus Caros Leitores, bem na linha da política "Simplex" do engenheiro!...

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(Vanessa)

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