
Meio milhão de portugueses podem ser atirados para os braços do alcoolismo se o Benfica ganhar o campeonato nacional de futebol. A dimensão desta epidemia, que passaria a afectar 10% da população portuguesa, assumiria foros de calamidade, em termos de saúde pública. A nossa sorte é que o FC Porto é quem vai ser campeão.
A previsão sobre a epidemia de alcoolismo que grassaria no país, sublinhando uma eventual vitória encarnada, baseia-se na extrapolação de um trabalho sério e honesto sobre o alcoolismo em Portugal, editado pelo jornal "Público".
O diário dirigido por José Manuel Fernandes revela, na sua edição de 2ª feira última, estatísticas oficiais preocupantes - 50 mil portugueses são alcoólicos e 750 mil abusam do álcool - e conta-nos um caso humano pungente, o do benfiquista e alcóolico Pedro (nome fictício).
Pedro, 31 anos, vive em Lisboa e está nos últimos dias do programa de internamento no Centro Regional de Alcoologia do Sul. Há dois anos, estava sóbrio durante oito meses, quando se deu o momento fatídico que o atirou de volta aos copos.
«Recaí quando o Benfica ganhou o campeonato. Estava a jantar com um grupo e a ver o jogo. Estava toda a gente aos berros e eu disse assim: o Benfica ganhou o campeonato e eu vou começar a beber. Nunca mais parei», recorda Pedro (nome fictício).
A previsão de meio milhão de novos alcóolicos em caso de vitória benfiquista baseia-se nas estatísticas reveladas pelo Público.
Como se sabe, há seis milhões de benfiquistas, ou seja 60% da população portuguesa.
Estimando que 10% dos nossos compatriotas são agnósticos, ateus, membros da IURD ou adeptos puros da Selecção Nacional desde que o Madail contratou o Scolari, sobram, por exclusão de partes, três milhões para dividir entre o FC Porto e Sporting, que para não aborrecer ninguém serão distribuidos em partes iguais. Ou seja, 1,5 milhão e meio de dragões e outro tanto de leões.
Depois é só seguir o conselho de Guterres e fazer contas. Distribuindo os alcoólicos e o pessoal que bebe demais em idênticas proporções (o que me parece honesto e enxuto de qualquer resquício de clubite), temos que há 348 mil benfiquistas alcoólicos e 450 mil lampiões que abusam dos copos.
Parece-me óbvio que há uma enorme probabilidade dos 450 mil benfiquistas que já apanham regularmente grandes tosgas (fardas, se quiserem) se tornarem alcoólicos se o seu clube for campeão.
E a estes 450 mil eventuais novos alcoólicos há que juntar 52 mil alcoólicos em tratamento que teriam uma recaída tal como aconteceu há dois anos com o Pedro (nome fictício). Estes 52 mil são calculados a partir da estimativa que 15% dos benfiquistas alcoólicos se anda a tratar, tal como o nosos amigo Pedro (nome fictício).
Temos, por isso, que o número de alcoólicos portugueses duplicará, dos 500 mil actuais para uma alarmante cifra de um milhão (ou seja, 10% da população portuguesa), no caso do Benfica conseguir ser campeão.
A previsão sobre a epidemia de alcoolismo que grassaria no país, sublinhando uma eventual vitória encarnada, baseia-se na extrapolação de um trabalho sério e honesto sobre o alcoolismo em Portugal, editado pelo jornal "Público".
O diário dirigido por José Manuel Fernandes revela, na sua edição de 2ª feira última, estatísticas oficiais preocupantes - 50 mil portugueses são alcoólicos e 750 mil abusam do álcool - e conta-nos um caso humano pungente, o do benfiquista e alcóolico Pedro (nome fictício).
Pedro, 31 anos, vive em Lisboa e está nos últimos dias do programa de internamento no Centro Regional de Alcoologia do Sul. Há dois anos, estava sóbrio durante oito meses, quando se deu o momento fatídico que o atirou de volta aos copos.
«Recaí quando o Benfica ganhou o campeonato. Estava a jantar com um grupo e a ver o jogo. Estava toda a gente aos berros e eu disse assim: o Benfica ganhou o campeonato e eu vou começar a beber. Nunca mais parei», recorda Pedro (nome fictício).
A previsão de meio milhão de novos alcóolicos em caso de vitória benfiquista baseia-se nas estatísticas reveladas pelo Público.
Como se sabe, há seis milhões de benfiquistas, ou seja 60% da população portuguesa.
Estimando que 10% dos nossos compatriotas são agnósticos, ateus, membros da IURD ou adeptos puros da Selecção Nacional desde que o Madail contratou o Scolari, sobram, por exclusão de partes, três milhões para dividir entre o FC Porto e Sporting, que para não aborrecer ninguém serão distribuidos em partes iguais. Ou seja, 1,5 milhão e meio de dragões e outro tanto de leões.
Depois é só seguir o conselho de Guterres e fazer contas. Distribuindo os alcoólicos e o pessoal que bebe demais em idênticas proporções (o que me parece honesto e enxuto de qualquer resquício de clubite), temos que há 348 mil benfiquistas alcoólicos e 450 mil lampiões que abusam dos copos.
Parece-me óbvio que há uma enorme probabilidade dos 450 mil benfiquistas que já apanham regularmente grandes tosgas (fardas, se quiserem) se tornarem alcoólicos se o seu clube for campeão.
E a estes 450 mil eventuais novos alcoólicos há que juntar 52 mil alcoólicos em tratamento que teriam uma recaída tal como aconteceu há dois anos com o Pedro (nome fictício). Estes 52 mil são calculados a partir da estimativa que 15% dos benfiquistas alcoólicos se anda a tratar, tal como o nosos amigo Pedro (nome fictício).
Temos, por isso, que o número de alcoólicos portugueses duplicará, dos 500 mil actuais para uma alarmante cifra de um milhão (ou seja, 10% da população portuguesa), no caso do Benfica conseguir ser campeão.
Para o bem de todos os portugueses, Deus queira que esta catástrofe não aconteça.
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