Uma das grandes questões que afecta, desde muito cedo, a minha existência é o que se esconderá por trás do facto de as mamas das gajas não irem ao fundo quando mergulhadas em água (em vinho nunca fiz a experiência).
Ontem, aproveitei a visita da minha amiga Sofia cá a casa e fiz de novo a experiência. Até ela se admirou, mas a verdade é que as mamas ficam sempre à tona da água, vá-se lá saber porquê.
Desconfio que vou acabar por morrer sem solucionar este dilema transcendental.


1 comentário:
Eh pá! Tks pelas imagens! Diga lá à sua amiguinha Sofia que o par de mamocas dela é lindo! Dou-lhe (a ela) 20 valores!
E dou-lhe também (não resisto...) um apalpão nas mamocas.
Zé do Cacém
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