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segunda-feira, novembro 01, 2010

juju




(...)

9 Arrebataste-me o coração, minha irmã e minha noiva, arrebataste-me o coração com um só de teus olhares, com uma só jóia de teu colar.

10 Como são ternos teus carinhos, minha irmã e minha noiva! Tuas carícias são mais deliciosas que o vinho; teus perfumes, mais aromáticos que todos os bálsamos.

11 Teus lábios, minha noiva, destilam néctar; em tua língua há mel e leite. Tuas vestes têm a fragrância do Líbano.

(in Bíblia Sagrada, Cântico dos Cânticos, Rei Salomão)


segunda-feira, outubro 04, 2010

leituras de outono

«Indica-me, amor de minha alma: onde pastoreias?

Onde fazes repousar teu rebanho ao meio-dia?

Para eu não parecer uma mulher perdida,

seguindo os rebanhos de teus companheiros.»


(in Cântico dos Cânticos, Bíblia Sagrada)


sexta-feira, setembro 10, 2010

o teu véu




Put your veil... because...

1 (...) Por detrás do teu véu os teus olhos são como pombas, teus cabelos são como um rebanho de cabras descendo impetuosas pela montanha de Galaad,

2 teus dentes são como um rebanho de ovelhas tosquiadas que sobem do banho; cada uma leva dois (cordeirinhos) gémeos, e nenhuma há estéril entre elas.

3 Teus lábios são como um fio de púrpura, e graciosa é tua boca. Tua face é como um pedaço de romã debaixo do teu véu;

4 teu pescoço é semelhante à torre de David, construída para depósito de armas. Aí estão pendentes mil escudos, todos os escudos dos valentes.

5 Os teus dois seios são como dois filhotes gémeos de uma gazela pastando entre os lírios.

6 Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, irei ao monte da mirra, e à colina do incenso.

7 És toda bela, ó minha amiga, e não há mancha em ti.



(in Antigo Testamento, Cântico dos Cânticos, Salomão, capítulo 4, versículos 1-7)





domingo, agosto 15, 2010

salomão




«Empreendi grandes trabalhos, construí para mim casas e plantei vinhas; fiz jardins e pomares (...).

Comprei escravos e escravas e outros nasceram-me em casa (...).

Amontoei prata e ouro, riquezas de Reis e de províncias (...).

Tudo o que os meus olhos desejaram, nada lhes recusei; não me privei de nenhuma alegria (...).

Depois reflecti em todas as obras que as minhas mãos tinham feito e o trabalho que tive ao fazê-las. E vi que tudo era vaidade e vento que passa e que nada havia de proveitoso debaixo do Sol.»

Eclesiastes 2:4-5, 7-8, 10-11