Desculpa.
Há dias em que me apetece apenas ficar a olhar-te.
Olhar-te assim e nada mais.
Tu bem sabes o gozo indizível que me dá percorrer-te o corpo com os meus olhos esbugalhados de orgulho e admiração, demorando-me no tempo, prolongando ad aeternum a descoberta dos caminhos que eu já conheço e percorri.
Algumas tardes não deviam acabar nunca, assim como a vontade de olhar as curvas marmóreas e sinuosas do teu corpo também não acabará nunca.
Meu Deus! como tu és linda!...

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