A «Análise Sintáctica» (*) encarrega-se de examinar, classificar e reconhecer as estruturas da Sintaxe, isto é, os períodos, as orações e os termos das orações.
A Análise Sintáctica segue uma sequência lógica: o período é decomposto em orações, as orações em sintagmas, onde podemos definir sujeito e predicado e estes são analisados.
Agora um exemplo que encontrei na NET:
Filho da puta é um adjunto adnominal (ou paronomástico), no caso da afirmação "Conheci um juiz filho da puta".
Porém, se dissermos "O juiz é um filho da puta", então já temos aqui o predicativo.
Se for "Esse filho da puta é um juiz", fica claro que é sujeito.
Mas se um gajo apontar uma arma para a cabeça do juiz e disser "Agora nega a liminar, filho da puta!" – isso é vocativo.
Finalmente, se a frase for "O ex-juiz Nicolau dos Santos Neto (**), aquele filho da puta, desviou o dinheiro da obra pública tal...", isso aí é aposto.
Aprendeu?
A língua portuguesa é gira, não é?
... e filho da puta pode ser tanta coisa, hein?!...
(*) Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: sintática
(**) Este Juíz existe mesmo (ex-Juíz), é brasileiro e desviou mesmo fundos em seu proveito
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