

Depois do Congresso, o mandato que agora começa
O XVII Congresso Nacional da JS, onde estivemos presentes, terminou com a aprovação da Moção Global de Estratégia apresentada por Pedro Delgado Alves e intitulada de “Transformar à Esquerda”.
Sendo por excelência o momento alto da nossa juventude partidária, o debate e a reflexão foram constantes.
A passagem de testemunho na liderança da JS está feita, e as expectativas para o mandato de 2 anos são as melhores.
Seremos:
- Uma esquerda que transforma (transformar à esquerda, defendendo, reforçando e aprofundando o modelo democrático e social da República Portuguesa e reafirmando o seu compromisso ideológico com os valores do socialismo democrático);
- Uma esquerda ao serviço da República (revelando dedicação à mais nobre e republicana das actividades, o serviço à causa pública, assegurando que não haverá espaço dentro da organização para quem procura satisfazer os seus próprios interesses individuais, ao invés de se dedicar à prossecução dos fins colectivos de transformação da sociedade, de defesa da democracia e dos direitos fundamentais de todos e todas e de serviço à causa da República);
- Uma esquerda ao serviço da Europa (mobilização interventiva no âmbito europeu e internacional, assegurando que a reconstrução económica não vai assentar nos mesmos erros e omissões e nas mesmas crenças inabaláveis nas virtudes do mercado desregulado que nos conduziram ao momento presente de crise financeira e económica, sendo por isso crucial exigir mais e melhor intervenção pública nestes níveis de governação);
- Uma esquerda em defesa do Estado Social (defesa de valores que caracterizam a nossa visão de sociedade, não podendo a crise servir para alguns procurarem desmontar as
conquistas de outros tempos, liberalizando o papel do Estado e recuando na protecção social);
- Uma esquerda com um rumo (centralidade das políticas de emancipação jovem com particular destaque para as políticas de emprego; aposta nas qualificações; políticas ambientais com aposta nas energias renováveis, reafirmando o nosso compromisso com a sua diversificação e com a dinamização da eficiência energética, e recusando com clareza a opção nuclear; combate às discriminações e pelo aprofundamento da protecção dos direitos e liberdades fundamentais; empenho na discussão em torno da reforma da República, com reforço da participação cívica das populações e do seu envolvimento na gestão da coisa pública e introdução de reformas institucionais relevantes, geradoras de racionalidade e potenciando a aproximação às populações; reafirmar e aprofundar a nossa visão quanto à necessidade de reformar a governação económica à escala europeia).
A JS não é a organização das causas fracturantes, como a comunicação social gosta de classificar. Há muito para além disso. O nosso espaço de intervenção é muito maior. Aquelas causas que nos fazem lutar ligadas às discriminações em termos de direitos e liberdades fundamentais são as únicas às quais a comunicação social dá atenção.
Para nós, essas causas são estruturantes.
A causa fracturante que nos mobiliza é o desemprego.
Isso sim é fracturante.
Portanto, todos os temas são abordados por nós com a mesma intensidade, apesar de existirem conceitos como a "desigualdade" que significam muito para nós.
Como diz Duarte Cordeiro, líder cessante da JS, "em todo o lado, onde houver uma desigualdade, deve estar um Jovem Socialista".
Juventude Socialista
(Concelhia de Viseu)
5 comentários:
O Mundo tá perdido... tão novos e já a pensar em como enganar o povo...
Conselho de amigo, dediquem-se mais á modalidade do jovem jeferson Antunes (mas sem excessos9 pois serão mais felizes. politica e jovens combina como funerais e crianças... não dá.
Cumps,
Migas
caríssimo MIGAS:
LOL
º_º
eu nem sei o que lhe responder...
tb acho que a política conforme anda, anda mal e todos nós andamos mal...
em todo o caso deixo aqui Bertolt Brecht, que é sempre bom recordar:
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. "
com o abrç d spr
herc
Carissimo, Herc.
Eu claramente estava a exagerar.
Claro que a politica é o fundamento da nossa sociedade (ocidental), ela é a base de tudo. Sem bons actores políticos, não poderá existir nada desde uma economia desenvolvida, até à justiça, passando pela arte e saúde.
Claro que compreendo isso.
Apenas queria dizer a esses jovens, de ar tão bem disposto, para não levarem a política tão a "peito" ou como uma carreira profissional, pois correm o risco de acabar como os que estão na assembleia (salvo raras excepções) a lutar por um lugar,no aparelho de estado, pois sem as benesses não conseguem sobreviver.
Abraç.
Migas.
hi hi hi
max eu tb percebi a tua ironia ! klaruh k percebi...
a minha resposta tb foi a maix irónika k konsegui enkontrar....
lolololollll
abrç
abrç.
Migas.
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