A notícia saiu ontem no Correio da Manhã.
Teresa (nome fictício) faz hoje 21 anos, mas os últimos seis terão sido de verdadeiro terror. Sofreu sempre em silêncio, dentro de casa. Às mãos do pai. Espancada com uma mangueira, na terça-feira à tarde encheu-se de coragem e ligou para o 112, na ausência do agressor. Foi assistida no Hospital de Santarém e denunciou à polícia a relação de incesto a que terá sido forçada desde os 15 anos – sucessivas violações que já a levaram a engravidar do pai duas vezes. No primeiro caso deu o bebé para adopção, na última vez abortou.
Eu acho tudo isto muito estranho! e explico porquê...
Ainda segundo o CM, os dois, pai e filha, terão discutido por causa de um novo relacionamento amoroso em que o pai estava envolvido e que a jovem não aprovava e terá sido essa situação que espoletou a vontade de contar tudo às autoridades.
Então, desculpem lá! Tantos anos a "sofrer em silêncio", a ser violada e a levar nas trombas, com 21 anos de idade, e resolve queixar-se agora, só agora, no exacto momento em que discute por causa de "um novo relacionamento amoroso em que o pai estava envolvido"?!...
A mim, desculpem a teimosia, isto não me parece uma queixa por violação ou maus tratos, isto parece-me mais uma queixa por ciúmes e, obviamente, de uma gaja já adulta mas que não tem o juízo todo...
Quem tem filhos com quinze anos (até menos!) sabe perfeitamente que eles dizem o que lhes dá na gana e já só fazem o que lhes apetece. Não têm medo de nada nem de ninguém!...
Esta 'Teresa', que o CM diz que até já engravidou do pai por duas vezes, só não denunciou a situação às entidades competentes (ao Hospital, à Maternidade, às entidades a quem entregou o primeiro filho, quando fez o aborto, etc...) porque, está bom de ver, não lhe 'apeteceu' e não lhe apeteceu porque lhe era agradável manter a situação de incesto - se é que se provará que algum dia existiu!...
Posso até conceder que aos 15 ainda haverá algum medo de represálias, mas... aos 21 anos?!... Não brinquem comigo!...
Então e só agora, quando surge a ameaça de uma nova personagem se (intro)meter na "relação familiar" é que a 'violada' resolve gritar aqui d'el rei que fui violada? Não podia ter dito a mesma coisa no dia anterior? É que era mais convincente...
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