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quarta-feira, fevereiro 29, 2012

A ex-actriz Sara Norte, de 26 anos,  apanhada em Algeciras, no regresso de uma viagem a Marrocos, com bolotas de haxixe no interior do corpo, cumpre agora 16 meses de prisão efectiva.




Agora só espero que a nossa «Justiça» abra os olhos para um outro problema, envolvendo a moçoila, e quanto a mim igualmente grave!

Sara Norte namora com um miúdo de 15 anos, chamado Pedro, e já saíram fotografias dos dois na Imprensa cor-de-rosa!... 

Questiono-me na minha inocência: a  Lei não enquadra os crimes de abuso sexual de menores? ou isso é só quando somos nós, gajos, a namorar miúdas menores de idade?????

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

triste exemplo

Em Algeciras (Espanha), a ex-actriz Sara Norte foi condenada a um ano e quatro meses de cadeia efectiva, por tentar, em 06 de Fevereiro último, transportar  droga no interior do seu corpo para Portugal.




Não tenho pena alguma, por várias razões.

Sara Norte já havia sido condenada, também em Algeciras, a um ano e dois meses, mas obteve pena suspensa dessa vez.

Significa isto que das vezes que não foi apanhada pela Polícia, Sara transportou no estômago as quantidades que lhe apeteceu e lucrou com isso, achando que os lucros valiam os riscos!...

Foi uma opção e Sara tomou na vida, desde muito nova, todas as opções que quis.

Conheci-a há bastantes anos atrás, em Lisboa, no Meridien e fugi dela o mais depressa que me foi possível, numa antevisão da espiral de problemas que raparigas como ela acabam sempre por nos trazer.

Lamentavelmente existem imensas «Saras Nortes» por aí...

São aquelas que se aproximam de nós pedindo auxílio, «ai eu quero muito ser actriz», «ai eu quero muito ser modelo», «ai eu quero muito» ser isto ou aquilo, mas, no dia seguinte, depois de lhes respondermos «sim, oki,  vamos tentar ajudar-te», põem imediatamente de lado toda a humildade e na cabeça delas imaginam que já podem fazer tudo e «dominar a jogada».

A minha experiência aconselha-me sempre em deixar as coisas em «banho-Maria» e tentar perceber até onde vai a vontade, a capacidade de trabalho e de sacrifício, e tenho-me dado bem com isso, pois a «ramela» acaba por ir embora e ficam apenas as que na realidade valem a pena ser ajudadas e merecem uma carreira.

A maioria das pretendentes a algo, pura perda de tempo, leva anos ao espelho, imaginando que basta ter um par de pernas, para virar a cabeça a qualquer um.

No fim das contas, não viram cabeça a ninguém e acabam as suas vidinhas tristes nas tristes aldeias onde moram; ou isso ou numa prisão de Algeciras.

Ninguém é a «última bolacha do pacote» nem a «última coca-cola do deserto». 

Há prateleiras repletas de bolachas e cocas nos supermercados...