Sexo, mentiras e EU!... Um blog bem-disposto. Uma lufada de ar fresco a combater a chatice dos chatos que habitam este planeta verdadeiramente chato.
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sexta-feira, dezembro 30, 2011
quarta-feira, dezembro 28, 2011
ensaios
Ana A F Costa
22 anos
Signo Leão
Natural de Sintra
Emp. Laboratório Veterinária
Desejo para 2012: ser modelo profissional
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presépio
As primeiras fotos pertencem ao Presépio montado na Capelinha situada no edifício da Câmara Municipal de Mangualde.
A última foto é do Presépio montado no exterior, algures num largo da cidade de Gouveia.
O Presépio de Mangualde é lindíssimo e vale mesmo a pena ser visitado!...
terça-feira, dezembro 27, 2011
sábado, dezembro 10, 2011
una rossa
Só soube que tinhas uma 'costela' italiana quando disseste «voglio una rossa». É claro que não disseste a cor, mas presumi que gostasses delas vermelhas, assim de um vermelho tão vivo como a tua boca intensa e a tua intensa vontade de viver.
(... que raio! porque não ensinam italiano na escola, em vez de francês e inglês?!...)
Queria tanto dizer-te que as rosas têm espinhos e que nos fazem lembrar o Amor porque esses espinhos simbolizam todas as dificuldades que temos de ultrapassar para atingir o estado de plenitude em que duas Almas se transformam numa só...!
Em vez disso só me saíam parvoíces sem sentido e tu rias-te e repetias «te voglio bene» no fim de cada frase incompreensível para mim.
Hoje de manhã, acordei a pensar que a linguagem do Amor é mesmo universal e que não existem barreiras, nem linguísticas nem outras, que impeçam duas pessoas de se amar, sempre que amar é tudo o que querem.
Afinal, quando as dificuldades são mais que muitas no meio de duas pessoas que se amam, o problema não está nas dificuldades: o amor é que não é suficientemente forte para as ultrapassar.
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quarta-feira, dezembro 07, 2011
madalena
Há uns dias que ando a ler umas coisas de Friedrich Hebbel (1813-1863) e Ludwig Thoma (1867-1921, sobretudo as partes que incidem no drama de Maria Madalena, aquela mulher que nos tempos de Cristo passou, num ápice, de mulher-puta a mulher-santa (afinal, não serão todas as putas de todos os tempos umas santas?!
Perfeitamente desconhecida, Madalena (Magdalena, por ser de Magdala) aparece-nos pela primeira vez nos Evangelhos quando é colocada frente a Jesus Cristo, no famoso Monte das Oliveiras, para que ele sancione o castigo adequado ao crime cometido (João 8).
O crime era o «comércio do sexo» e o castigo era a lapidação.
Pouco depois é a mesma Madalena, mas já «arrependida», que chora prostrada junto do seu Senhor e lhe lava os pés com as próprias lágrimas e os enxuga com os próprios cabelos, numa tocante demonstração de amor puro e inigualável.
Não sei... Às vezes ponho-me a pensar o que teria sido da minha vida se uma Madalena qualquer, num dia qualquer, me tivesse assim lavado os pés com as lágrimas e enxugado com os cabelos...!
Em todos os tempos houveram mulheres que nas alturas próprias souberam ser grandes e tornar grandes os seus Homens. O Rei Salomão, quando perdido e afastado da face de Deus, só voltou a encontrar a sua identidade depois da Esposa ter achado na barriga de um peixe o anel que estava perdido e que simbolizava a sua força, a sua aliança com Deus.
Não sei mesmo...! Ou Cristo ou Salomão ou até aquele Rei Visigodo acho que do século XI, de imenso poder e riqueza, acho que poderia ser qualquer um se tivesse aparecido uma Madalena a lavar-me os pés com lágrimas e a enxugá-los com os cabelos.
As Madalenas de hoje ou estão nas montras das pastelarias ou são balconistas no Palácio do Gelo, não têm tempo para confabulações e mesmo antes da «estória» acabar já foram embora e nem a cama fizeram.
Por essas e por outras, sei muito mais de madalenas-putas que de Madalenas-arrependidas, e, também por isso, nunca serei nem Cristo nem Salomão nem Rei Visigodo...
Perfeitamente desconhecida, Madalena (Magdalena, por ser de Magdala) aparece-nos pela primeira vez nos Evangelhos quando é colocada frente a Jesus Cristo, no famoso Monte das Oliveiras, para que ele sancione o castigo adequado ao crime cometido (João 8).
O crime era o «comércio do sexo» e o castigo era a lapidação.
Pouco depois é a mesma Madalena, mas já «arrependida», que chora prostrada junto do seu Senhor e lhe lava os pés com as próprias lágrimas e os enxuga com os próprios cabelos, numa tocante demonstração de amor puro e inigualável.
Não sei... Às vezes ponho-me a pensar o que teria sido da minha vida se uma Madalena qualquer, num dia qualquer, me tivesse assim lavado os pés com as lágrimas e enxugado com os cabelos...!
Em todos os tempos houveram mulheres que nas alturas próprias souberam ser grandes e tornar grandes os seus Homens. O Rei Salomão, quando perdido e afastado da face de Deus, só voltou a encontrar a sua identidade depois da Esposa ter achado na barriga de um peixe o anel que estava perdido e que simbolizava a sua força, a sua aliança com Deus.
Não sei mesmo...! Ou Cristo ou Salomão ou até aquele Rei Visigodo acho que do século XI, de imenso poder e riqueza, acho que poderia ser qualquer um se tivesse aparecido uma Madalena a lavar-me os pés com lágrimas e a enxugá-los com os cabelos.
As Madalenas de hoje ou estão nas montras das pastelarias ou são balconistas no Palácio do Gelo, não têm tempo para confabulações e mesmo antes da «estória» acabar já foram embora e nem a cama fizeram.
Por essas e por outras, sei muito mais de madalenas-putas que de Madalenas-arrependidas, e, também por isso, nunca serei nem Cristo nem Salomão nem Rei Visigodo...
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sexta-feira, maio 20, 2011
quarta-feira, março 23, 2011
fertilidade
Grávida e feliz.
A gravidez é um dom de Deus.
Eu nunca estive grávido...
... a não ser, talvez, de esperança...!
A gravidez é um dom de Deus.
Eu nunca estive grávido...
... a não ser, talvez, de esperança...!
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
lembras-te?
Escreveste-me um dia um post-it amarelinho a dizer que «tu só me queres bem e eu faço-te mal», quando, na realidade, eu fazia-te mal e tu querias-me bem...
A vida, por vezes, é assim: tem danças e contradanças e por muito que saibamos abanar a carola ela troca-nos as voltas quando menos esperamos, pisa-nos dolorosamente o dedo grande do pé, dá-nos pontapés no posterior até às lágrimas e faz com que um gajo abandone o salão.
Lembras-te no dia em que comprámos aquela vela vermelhinha com cheiro a morangos? eu fiz-te mal e tu quiseste-me bem durante toda a noite e até o Sol atravessar as lâminas entreabertas do estore avariado e beijar suavemente o teu corpo suado e torturado...!
(... é só para saberes que eu não me esqueço!)
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quarta-feira, fevereiro 23, 2011
upssssssss
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terça-feira, janeiro 18, 2011
vanessa
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quarta-feira, dezembro 22, 2010
preta
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quarta-feira, novembro 03, 2010
segunda-feira, novembro 01, 2010
juju
(...)
9 Arrebataste-me o coração, minha irmã e minha noiva, arrebataste-me o coração com um só de teus olhares, com uma só jóia de teu colar.
10 Como são ternos teus carinhos, minha irmã e minha noiva! Tuas carícias são mais deliciosas que o vinho; teus perfumes, mais aromáticos que todos os bálsamos.
11 Teus lábios, minha noiva, destilam néctar; em tua língua há mel e leite. Tuas vestes têm a fragrância do Líbano.
(in Bíblia Sagrada, Cântico dos Cânticos, Rei Salomão)
sexta-feira, outubro 15, 2010
quarta-feira, outubro 13, 2010
amigas
Tantas e tantas vezes, na vida das pessoas, as bocas não precisam de falar para se fazerem entender...
E mais: existem momentos em que, nada havendo para dizer, há bocas que não se calam e choram mais tarde o arrependimento da sua insensatez e leviandade.
O silêncio é muito bonito e pode ser bem mais eloquente - até «ensurdecedor» - do que um falar que nada diz e nada acrescenta...!
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quinta-feira, setembro 30, 2010
olhares
«Quem tem dois corações
me faça presente de um
que eu já fui dono de dois
e já não tenho nenhum»
(...)
Fernando Pessoa
(só para os tótós: clique sempre sobre as imagens para as visionar melhor)
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